Origem pagã do Natal: o que a história revela

Séries Bíblicas Discipulado

Descubra a origem pagã do Natal, sua ligação com Ninrode e Semíramis, e o que a Bíblia realmente diz sobre o nascimento de Jesus Cristo.

Neste estudo, vamos revelar a origem pagã do Natal e sua verdadeira ligação histórica com a antiga Babilônia.

JOÃO 8:28-32

  1. Prosseguiu, pois, Jesus: Quando tiverdes levantado o Filho do homem, então conhecereis que eu sou, e que nada faço de mim mesmo; mas como o Pai me ensinou, assim falo.
  2. E aquele que me enviou está comigo; não me tem deixado só; porque faço sempre o que é do seu agrado.
  3. Falando ele estas coisas, muitos creram nele.
  4. Dizia, pois,  Jesus  aos  judeus  que  nele  creram:  Se  vós  permanecerdes  na  minha  palavra, verdadeiramente sois meus discípulos;
  5. e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.

Vamos estudar hoje a respeito da festividade de Natal. Qual é a verdadeira origem de 25 de dezembro comemorado como o nascimento de Jesus?

Esta festa é a maior da cristandade e também do mundo não religioso. Iremos abordar e falar a verdade a respeito da origem do Natal. Qual o comprometimento com esta festa de origem pagã?

E se realmente convém àquele que se diz seguidor de Jesus Cristo, praticante da verdade, comungar de alguma forma com o espírito de Natal. Se isso realmente estaria agradando ao Senhor e estaria de acordo com a palavra de Deus. Sabemos da responsabilidade que é pregar a verdade (a palavra de Deus). A verdade nem sempre (ou quase sempre) não é muito bem vinda ou aceita.

Mas Jesus, o Filho de Deus, como nós lemos no Evangelho de João disse que, quando a palavra dEle estiver em nós verdadeiramente seremos seus discípulos.

JOÃO 8:32

  1. E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.

A verdade nos liberta de conceitos pagãos, mentirosos e tradicionalistas (que não têm haver com a palavra de Deus). Nós fomos chamados para sermos santos e para andarmos na verdade.

Jesus, o Filho de Deus sempre falou a verdade. E por isso foi muito perseguido pelos religiosos da sua época (os doutores da lei e os escribas) eram aqueles que mais perseguiram o Senhor Jesus.

Porque viam n’Ele uma grande ameaça, pois sua doutrina era verdadeira firmada na palavra de Deus, e causava muito constrangimento entre os fariseus (os doutores da lei).

Estes, por final, é que fizeram uma reunião em secreto para demandar a morte de Jesus Cristo. Mas tudo estava determinado pelo Pai, que Jesus Cristo haveria de ser levantado, crucificado e morto pelos nossos pecados.

Deus mostrando assim, o seu grande amor para conosco entregando o seu único Filho como oferta pelos nossos pecados. Mas, o Filho de Deus (o Cristo Bíblico) sempre falou e andou na verdade;

1 PEDRO 2:22

  1. Ele não cometeu pecado, nem tão pouco foi achado engano na sua boca,

Nós devemos seguir o Senhor Jesus Cristo, de acordo com a palavra de Deus, Jesus Cristo diz no

Evangelho de João:

JOÃO 7:38

  1. quem crê em mim como diz as escrituras, rios de água viva correrão de seu ventre.

Nós temos de crer e conhecer um Senhor Jesus Bíblico, um Senhor Jesus Cristo de acordo com a Escritura. Aí sim, “rios de águas vivas correrão do nosso ventre.”. E, isso é o Espírito de Deus, o espírito de Deus que é dado aqueles que obedecem à Deus.

ATOS 5:32

  1. E nós somos suas testemunhas acerca destas coisas, e também o Espírito Santo, o qual Deus deu aos que lhe obedecem.

Então, aqueles que obedecem à Deus, aceitam e creem na verdade, estas pessoas é que recebem o Espírito Santo. Deus não dá o seu Espírito a pessoas que amam a mentira.

Em 25 dezembro, é proclamado que teria nascido o Senhor Jesus Cristo. Nós iremos ver pela Bíblia, que o Senhor Jesus Cristo não nasceu em 25 de dezembro. Que a origem desta data não é cristã, ela é de origem pagã, e que nada tem a ver com o Cristo Bíblico.

Portanto, aquele cristão sincero, que realmente ama a verdade, não deve comungar com estes tipos de festas (de origem pagã) como uma nova capa pseudocristã, mas não é, é de origem mentirosa, é um engano, é um tremendo de um engano, a comemoração de Natal como aniversário do Senhor Jesus Cristo.

Historicamente, existiu em Babilônia, um homem chamado Ninrode. A origem do Natal é muito mais antiga, do que nós possamos pensar, ela vem dos dias de Babilônia, o fundador dela: Ninrode.

Ele é citado no livro de Gênesis, este personagem (Ninrode) foi o fundador da cidade de Babel (Babilônia), onde foi feita a torre de Babel. Ninrode foi um homem caçador e neto de Cão, filho de Noé, ele foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico, que até hoje permeia e domina o mundo.

O sistema de competição, de organização, de impérios e governos pelo homem, baseado em sistema econômico de competição e de lucro.

Ninrode construiu a torre de Babel, a Babilônia primitiva, antiga Nínive; e muitas outras cidades também. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome “Ninrode” do hebraico, deriva da palavra “Marad” que significa: ele se rebelou, rebelde.

Então Ninrode, é uma prefiguração até mesmo de Satanás, da rebeldia de Satanás, este personagem (caçador e fundador de cidades, uma delas Babilônia) era um homem bastante poderoso e passou a ser adorado em forma de “deus” pelos seus seguidores, pelos habitantes de Babilônia.

Este homem casou-se com sua própria mãe, Semíramis. Ela foi sua mãe e sua esposa; Semíramis então passou a ser cultuada pelos caldeus, pelos babilônios como a rainha dos céus, a mãe de “deus”.

Semíramis (esposa de Ninrode) sempre foi adorada pelos povos pagãos com vários nomes. Ela recebeu em cada linguagem conforme ia sendo anunciada a sua origem mística (Isis dos egípcios e outros nomes em várias outras cidades).

Pela origem histórica, de onde veio a adoração da mãe de “deus” Semíramis foi adorada como Ísis. Na Ásia, como Cibele, na Roma pagã, como Fortuna, na Grécia, na China, no Tibete, como equivalente a Madona

– muito antes do nascimento de Jesus Cristo. Diana dos efésios, como nós encontramos no livro de Atos dos Apóstolos.

A rainha dos céus, a mãe de Ninrode e também esposa de Ninrode, ela teria simulado gravidez com outra pessoa após a morte de Ninrode, e nasceu-lhe um filho por nome de Tamuz (o filho do deus sol).

Semíramis começou a proclamar que Ninrode, após a sua morte teria sido transformado numa árvore; e ele visitaria esta árvore todo dia (25 de dezembro) o dia do seu nascimento. Esta árvore seria visitada pelo espírito de Ninrode, que teria se transformado na divindade do sol (Baal; o deus sol).

Ela grávida de Tamuz (o filho do deus sol) passou então a ser adorada a mãe e o filho, essa adoração da mãe e o filho (a rainha dos céus e o seu filho, o filho do sol). E é uma adoração muito antiga, que já remonta desde os primórdios, desde Babilônia.

E esta doutrina (ensinamento e tradição) passou de geração em geração, em todos os povos, por onde veio a origem dos povos, mediante a confusão de línguas do qual nós encontramos no livro de Gênesis 11.

Pois esta história de Ninrode, Semíramis e Tamuz, se propagou por todas as nações, de onde foram os povos que originaram da confusão de línguas.

Recebendo nomes diferentes, porém o cunho histórico, a data de 25 de dezembro, a data de natividade comemorada também na antiga Roma pagã, como o aniversário do sol invictus (no dia 25 de dezembro, natividade).

Os imperadores romanos ali, faziam as saturnálias, que eram as festas e ceias romanas, feita à meia noite, com muita comida, orgia, bebida. Eles comemoravam o nascimento do sol, no dia 25 de dezembro.

Esta história, no qual nós estamos falando, se encontra muito bem documentada na Enciclopédia

Britânica, em boas enciclopédias, que falam da história da origem de várias festividades pagãs.

“Encyclopedia of The Bible” ela também fala a respeito da origem do Natal. Enciclopédia Católica também fala a respeito da onde veio a origem da natividade.

“A Nova História da Igreja – Vol 1” da Editora Vozes, fala que no ano de 345, o imperador Aureliano teria dado o dia de natividade, que era comemorado ao sol, uma nova significação, agora como aniversário do sol da justiça (Jesus Cristo).

Então, foi a partir do quarto século, que a festa pagã idólatra (do Natal) foi adotada pelo império Romano, como agora uma festa cristã, como sendo o nascimento do Senhor Jesus Cristo. Mas esta versão não é verdadeira, isto é uma mentira.

Nós podemos agora provar biblicamente que Jesus Cristo não nasceu em dezembro. Dezembro corresponde ao mês de Kislev, do calendário hebraico civil, este mês de Kislev, que é dezembro em Israel, é um mês de muito frio.

E neste mês também se comemora a festa das luzes (Hanukkah) que foi a festa de rededicação do templo, que foi profanado por IV Antíoco Epifânio, quando cumpriu-se Daniel 8:14 “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs e o santuário será purificado.”

A rededicação do santuário pela família dos Macabeus, deu-se então a festividade da Hanukkah, que inclusive veio a ser comemorada pelo Senhor Jesus Cristo.

Hanukkah, que é a festa judaica, da rededicação do templo, ali se aparece o Menorá com nove braços (as lamparinas de nove braços) representando o milagre que aconteceu quando falou o óleo para acender as lamparinas, o candelabro de sete braços.

E miraculosamente, ela conseguiu fazer com que as lâmpadas ficassem acesas por mais de dez dias, até que viesse o óleo consagrado de outra parte longínqua, e ali então o templo pudesse ser rededicado. E esta festa (da Hanukkah) no judaísmo, sempre cai no mês de dezembro, é o mês de inverno.

Nós sabemos pela Bíblia, algumas circunstâncias a respeito do nascimento do Senhor Jesus Cristo. No livro de Lucas 2:1,2 nós encontramos um acontecimento histórico, que foi logo nos dias para o nascimento de Jesus Cristo. Aqui diz:

LUCAS 2:1-5

  1. Naqueles dias saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo fosse recenseado. Este primeiro recenseamento foi feito quando Quirínio era governador da Síria.

E todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade. Subiu também José, da Galiléia, da cidade de Nazaré, à cidade de Davi, chamada Belém, porque era da casa e família de Davi, a fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida.

Então, Maria já grávida de Jesus Cristo, vai junto a José, mediante esse decreto de César Augusto, para fazer o recenseamento, o alistamento. O verso 6 comprova, de que foi por volta deste decreto que teria nascido Jesus.

  1. Enquanto estavam ali, chegou o tempo em que ela havia de dar à luz,
  2. e teve a seu filho primogênito; envolveu-o em faixas e o deitou em uma manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.

Então, nos dias do recenseamento, estando eles ali na cidade de Belém, para fazer este recenseamento, Maria então, grávida de Jesus, teve o Senhor Jesus Cristo.

Nós sabemos, historicamente, de que os imperadores não iriam fazer um decreto de alistamento para que as pessoas movessem para suas cidades, a fim de fazer o alistamento, no dia ou numa época de inverno, porque isto seria fazer de forma insana, todo o povo perecer.

Como poderia o povo viajar, para fazer contagem em plena época do inverno. No inverno neva em algumas regiões do Oriente Médio, seria uma viagem até mesmo suicida. Então, certamente não foi no inverno, que ocorreu este alistamento. Temos também informações em Lucas:

LUCAS 2:8-12

  1. Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho.
  2. E um anjo do Senhor apareceu-lhes, e a glória do Senhor os cercou de resplendor; pelo que se encheram de grande temor.
  3. O anjo, porém, lhes disse: Não temais, porquanto vos trago novas de grande alegria que o será para todo o povo:
  4. É que vos nasceu hoje, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor.
  5. E isto vos será por sinal: Achareis um menino envolto em faixas, e deitado em uma manjedoura.

Então, os pastores estavam no campo pastoreando seus animais. Sabemos que no campo, os pastores não ficam pastoreando suas ovelhas no inverno, nesta época as ovelhas e os animais vão para as casas de invernagem, para os lugares e abrigos de invernagem.

Podemos notar por este acontecimento, uma prova bíblica, climática, da época em que Jesus Cristo nasceu. Não foi no inverno. Nós temos provas bíblicas, no livro de Jeremias fala do rei Jorão, que estava na sua casa de invernada no mês de Kislev, que o mês de Kislev é um mês muito frio.

Então, não foi no inverno, que Jesus Cristo nasceu. Nós temos já. uma prova bíblica. Alguém pode já, estar perguntando: “Mas então, em que mês que Jesus Cristo nasceu?”

Existem como nós sabermos, pela palavra de Deus, que é o nosso espírito de profecia; a Bíblia (é o espírito de profecia, é onde está realmente a revelação do espírito de Deus).

Como podemos então determinar aproximadamente  o mês do nascimento de Jesus Cristo? Nós sabemos pela Bíblia, que Jesus Cristo é seis meses mais novo, do que João Batista. Esta referência nós encontramos no livro de Mateus, em que nos prova.

João Batista era primo de Jesus Cristo, sua mãe Isabel e Maria eram irmãs. João Batista então, é primo de Jesus. E que, foi no sexto mês após a gravidez de Isabel que Maria se acha grávida de Jesus.

Então isso, vai nos levar à conclusão de que, João Batista é seis meses mais velho que Jesus Cristo. Poderíamos nós, acharmos na Bíblia alguma referência, em que nos dá a época de quando teria nascido

João Batista? Bom, vamos ver primeiramente a prova bíblia de que João Batista, primo de Jesus Cristo é seis meses mais velho de que Jesus Cristo.

LUCAS 1:26-33

  1. E lhe fora revelado pelo Espírito Santo que ele não morreria antes de ver o Cristo do Senhor.
  2. Assim pelo Espírito foi ao templo; e quando os pais trouxeram o menino Jesus, para fazerem por ele segundo o costume da lei,
  3. Simeão o tomou em seus braços, e louvou a Deus, e disse:
  4. Agora, Senhor, despedes em paz o teu servo, segundo a tua palavra;
  5. pois os meus olhos já viram a tua salvação,
  6. a qual tu preparaste ante a face de todos os povos;
  7. luz para revelação aos gentios, e para glória do teu povo Israel.
  8. Enquanto isso, seu pai e sua mãe se admiravam das coisas que deles se diziam.

Jesus Cristo (o verdadeiro herdeiro do trono de Davi) que reinará sobre a terra (na casa de Davi, na terra de Jacó, em Israel) é anunciado seu nascimento, a partir do sexto mês da anunciação do nascimento de João Batista.

No capítulo 1 de Lucas, fala a respeito do pai de João Batista, da onde nos dará base bíblica, para nós termos uma ideia em que mês teria nascido Jesus Cristo. Isso nós encontramos então, em Lucas:

LUCAS 1:5-9

  1. Houve nos dias do Rei Herodes, rei da Judéia, um sacerdote chamado Zacarias, da turma de Abias; e sua mulher era descendente de Arão, e chamava-se Isabel.
  1. Ambos eram justos diante de Deus, andando irrepreensíveis em todos os mandamentos e preceitos do Senhor.
  1. Mas não tinham filhos, porque Isabel era estéril, e ambos avançados em idade.
  2. Ora, estando ele a exercer as funções sacerdotais perante Deus, na ordem da sua turma,
  3. segundo o costume do sacerdócio, coube-lhe por sorte entrar no santuário do Senhor, para oferecer o incenso;

Bom, existia no turno dos sacerdotes, 24 turnos sacerdotais de ano em ano, para que perante o Senhor, fizesse o serviço sacerdotal no templo. E, Zacarias (pai de João Batista) servia no turno e ordem de Abias, que isso corresponde ao quarto mês do ano hebraico, corresponde à segunda quinzena do quarto mês, era o turno.

Para quem desejar ver isso, está no livro de Deuteronômio, que dá o turno de Abias. Isso também nós encontramos referência bíblica (em 1 Crônicas 24:10,19).

A respeito dos turnos sacerdotais, em 1 Crônicas 24 nós encontramos os turnos sacerdotais, para nós termos uma base de qual era o sacerdócio que representava o sacerdócio do turno de Abias.

1 CRÔNICAS 24:10,19

  1. a sétima a Hacoz, a oitava a Abias,
  2. Esta foi a distribuição deles no seu serviço, para entrarem na casa do Senhor, segundo lhes fora ordenado por Arão, seu pai, como o Senhor Deus de Israel lhe tinha mandado.

Então Abias servia na oitava ordem. Como era 24, então um ano de 12 meses, nós dividimos por 24, cada turno correspondia à metade de um mês (14 dias para 15 dias) o calendário hebraico deve-se lembrar é um calendário lunar, regido pela lua.

Então, eram 12 meses, e cada mês tinha 29 dias. O calendário hebraico, diga-se de passagem, a cada três anos, tem um mês intercalado de correção, um mês a mais, décimo terceiro mês, para corrigir o calendário.

Assim como o nosso calendário tem a cada quatro anos, um dia a mais no mês de fevereiro, para corrigir o calendário. A oitava ordem era o turno de Abias, correspondia então, ao quarto mês.

Diz a Bíblia em Lucas 1, que Zacarias estava exercendo o seu sacerdócio no meado do quarto mês ou final do quarto mês. Mas ele estava durante o seu sacerdócio, quando ele recebeu a mensagem do anjo, que a sua esposa (Isabel, que era estéril) estaria agora grávida, miraculosamente para dar luz à João Batista – o precursor de Jesus Cristo, o profeta que prepararia o caminho do Senhor, o verdadeiro Elias, o que veio no espírito de Elias para converter os filhos e os filhos aos pais.

Então, para quem quiser dar crédito, o Elias que havia de vir, o verdadeiro Elias bíblico é João Batista, ele veio no espírito de Elias, não tem outro Elias para vir. Jesus Cristo mesmo falou que “se alguém quiser dar crédito, ele já veio.” e é João Batista.

Então, João Batista foi anunciado o seu nascimento, a sua concessão na segunda quinzena do quarto mês do calendário civil hebraico. Agora, nós vamos fazer então um levantamento, o quarto mês, corresponde mais então, nove meses de gravidez de Isabel., nove meses de gravidez. Então, quatro meses com nove, nós iremos para o primeiro mês do ano, porque fecha-se o ano com doze meses, dá trezes meses. Então, vai cair no primeiro mês do ano, o nascimento de João Batista. Isso corresponde então, o primeiro e o segundo mês.

Nós temos nove meses portanto. Agora, nós vemos pela Bíblia, que a anunciação do nascimento do Senhor Jesus, veio seis meses depois da anunciação de João Batista. Então João Batista é seis meses mais velho que Jesus, somando mais seis meses ao primeiro mês (do calendário hebraico) nós vamos cair no sétimo mês. Então, Jesus teria nascido por volta do sétimo mês. O mês de Kislev, que é o mês que corresponde a dezembro, é o nono mês.

Então, Kislev é o nono mês. E Jesus teria nascido no sétimo mês, no final do sétimo mês. Então, vamos subtrair três meses de dezembro, nós temos: outubro, novembro e dezembro. Jesus teria nascido, ou no final de setembro, ou início de outubro.

Biblicamente provado então, a época do nascimento de Jesus. Jesus teria nascido na época anterior ao inverno (outono), Jesus nasceu no Outono. E foi no outono provavelmente, que veio o decreto de Augusto César, para o alistamento dos povos que ali habitavam para serem contados pelo império romano.

Biblicamente, a verdade sobre o nascimento de Jesus. Jesus teria nascido no mês de setembro ou início de outubro. A data exata nós não temos, mesmo porque o Senhor Jesus Cristo, nunca em lugar algum, ordenou que se comemorasse o seu aniversário.

Nós encontramos apenas a ordenança da santa ceia, em memória ao derramamento do sangue da nova aliança. Jesus, portanto, pediu aos seus discípulos, aos seus seguidores, que uma vez ao ano, no dia 14 para 15 de Nisã (no dia da Páscoa dos judeus) nós fazemos a nova Páscoa, a Páscoa cristã, em que comemora a morte que veio nos salvar dos nossos pecados.

Na noite do dia 14, para 15 (na véspera dela, no dia 14) no mundo inteiro, as igrejas de Deus fazem a Ceia do Senhor com pão ázimo, quer dizer pão sem fermento, porque fermento, na Bíblia representa pecado, fazer a ceia com pão fermentado é a mesma coisa de querer dizer que o corpo de Jesus Cristo é pecaminoso, e isso nós não podemos fazer.

A Ceia do Senhor é feita com pão puro, sem fermento (chamado pão ázimo) e o vinho puro, da uva. O vinho puro da uva, é feito então, na noite do dia 13 para o dia 14, numa véspera do dia em que Jesus seria entregue como nosso cordeiro pascal, as igrejas de Deus no mundo inteiro se reúnem, fazem o lava pés (que é ordenança do Senhor Jesus Cristo).

Ele sendo Senhor e mestre lavou os pés dos discípulos, ordenou também que nós humildemente. Nós não somos maiores do que o Senhor Jesus Cristo, e devemos seguir então, o seu exemplo, que veio para nos servir e a igreja faz o lava pés neste dia, que cai normalmente entre março e abril.

Esta é uma marca da igreja (do povo de Deus) durante todas as eras. A igreja de Deus, os verdadeiros cristãos, foram reconhecidos durantes todas as eras, porque faziam a ceia uma vez por ano, no dia 14 para 15 de Nisã, exatamente na mesma noite que Jesus foi entregue, nós fazemos a ceia em memória a Ele.

Portanto, Jesus mandou e ordenou que nós comemorássemos o dia da sua morte, em memória a Ele. Porque este grande dia da sua morte, foi que nos deu a salvação, assim então, devemos proceder, devemos seguir  verdade.

Jesus Cristo diz que “todo aquele que me ama, ouve as minhas palavras” (João 14:23)

Se você ama o Senhor Jesus Cristo, você ama a verdade, você ouve as palavras do Senhor Jesus Cristo. O espírito de Natal hoje é muito forte, ele está permeado nas famílias, nas tradições, e realmente é muito difícil uma pessoa se desprender desta tradição, de origem pagã babilônica.

Mas, o Senhor Jesus Cristo disse que “quem ama mais a sua família, mais os seus parentes do que a ele, não é digno de seguí-lo.”

Então, quem ama mais tradições, mais costumes da família, do que a palavra de Deus, não está apto para ser servo de Deus. Nós vemos aí, quantas religiões comprometidas com esse espírito pagão do Natal, utilizando como subterfúgio:

Ah, porque é um dia bom pra pregar Jesus Cristo. As pessoas estão mais receptivas e por isso nós pregamos Jesus Cristo, e falamos do seu nascimento. Ainda que ele não tenha nascido. Mas pelo menos a gente consegue anunciar Jesus.”

Realmente, nós como cristãos genuínos, aquele que quer ser um cristão genuíno, não pode misturar a mentira com a verdade. A mentira (as trevas) não tem parte com a luz.

Jesus Cristo diz que “Satanás é o pai da mentira, o diabo; e ele foi sempre mentiroso, desde o

princípio; e nele não há nenhuma verdade; e ele é trevas.”

Então, nós não devemos aceitar coisas vindas das trevas, e agora dizer que é luz. Jesus falou “se alguém tem por luz trevas – quer dizer: se alguém tem por verdade, coisas oriundas das trevas, quão profunda são as suas trevas.”

Não devemos comungar com esse espírito. Árvore de Natal, a origem é pagã, aquelas bolas que se colocam nas árvores de natal, os enfeites , já desde a antiguidade já era um costume do nascimento do sol, da festividade da fertilidade.

Nós encontramos da árvore de Natal, como um costume reprovável por Deus (YHWH) o Deus Pai, Ele reprova o costume de árvores de Natal. Isso está no livro de Jeremias:

JEREMIAS 10:1-5

  1. Ouvi a palavra que o Senhor vos fala a vós, ó casa de Israel.
  2. Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu;

porque deles se espantam as nações,

  1. pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice.
  2. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.
  3. São como o espantalho num pepinal, e não podem falar; necessitam de quem os leve, porquanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer o mal, nem tampouco têm poder de fazer o bem.

Deus está aqui falando em Jeremias (ano 600 a.C.) a respeito do costume dos povos, de cortar do bosque, o madeiro, uma árvore, uma palmeira, enfeitar com ouro e com prata, firmando, costume das bolas, que são colocadas na árvores de Natal, já vem desde a antiguidade, era um costume pagão em honra ao deus sol. E Deus aqui reprova. Diz à nação de Israel (que é o povo de Deus) para que eles não aprendessem esse costume das nações, e nem seguisse estes costumes.

Assim também hoje, o verdadeiro cristão, que está firmado na verdade da palavra de Deus, não compartilha com estes costumes de origem pagã: papai noel, que é uma representação da divindade alemã (Odin, deus da luxúria) que era gordo, com Santa Claus, que dava presente para as crianças; virou então Papai Noel.

O uso da árvore de Natal, a coroa de azevinho, que é a representação da circunferência do sol, que é colocado nas portas da casa; a árvores de Natal é decorada com aquelas “bolotas” representando o sol, exatamente no aniversário de Ninrode.

A troca de presentes (uma crença pagã e antiga) que Ninrode se manifestava na árvore, trazendo presentes, e isso já muito antes de Jesus Cristo ter nascido, já era feito este costume em honra à Ninrode, que é pai da Babilônia.

Então, verdadeiramente aqui estamos falando a origem verdadeira desta festa do Natal, é vinho de Babilônia, realmente cálice de prostituição, do vinho de Babilônia. Todo sincero cristão, todo aquele que ama a verdade, não terá parte com isso.

Vemos como se cumpre a palavra de Deus (no livro de Apocalipse) o que diz que “as nações, todos da terra, bebem e beberam desse cálice da prostituição do vinho de Babilônia, dos mistérios de Babilônia, a grande mãe de Babilônia (Semíramis) que era adorada em forma de deusa (a mãe de deus).

E seu filho Tamuz, o filho do sol, e Ninrode, o deus sol. E agora, a moderna Babilônia, que é descrita no livro de Apocalipse que fala:

APOCALIPSE 17:15

  1. Veio um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas;
  2. com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam sobre a terra se embriagaram com o vinho da sua prostituição.
  1. Então ele me levou em espírito a um deserto; e vi uma mulher montada numa besta cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e que tinha sete cabeças e dez chifres.
  2. A mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada de ouro, pedras preciosas e pérolas; e

tinha na mão um cálice de ouro, cheio das abominações, e da imundícia da prostituição;

  1. e na sua fronte estava escrito um nome simbólico: A grande Babilônia, a mãe das prostituições e das abominações da terra.

Então, os mistérios de Babilônia estão aí, permeando as filhas de Babilônia – porque ela é mãe, então ela tem filhas. E, a ordem de Deus no Apocalipse 18, através do seu anjo, que iluminou a terra.

APOCALIPSE 18:1

  1. Depois destas coisas vi descer do céu outro anjo que tinha grande autoridade, e a terra foi iluminada com a sua glória.

Anjo (no livro de Apocalipse) significa mensagem iluminar toda a terra, uma mensagem que espalharia por toda a terra nos últimos dias.

Sabemos hoje, que temos fortes meios de comunicação, que se espalham rapidamente (como a internet),satélite de comunicação, a televisão.

Então, estas verdades sobre Babilônia, será proclamada à todas as nações. E aí, no verso 2 diz:

  1. E ele clamou com voz forte, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e guarida de todo espírito imundo, e guarida de toda ave imunda e detestável.

Babilônia vai cair, a verdade (que nós estamos proclamando, da palavra de Deus) faz com que desmascare a mentira das religiões falsas. Então, vai cair a máscara, todas as máscaras falsas vão caindo com a proclamação da verdade.

Hoje, já temos muito mais pessoas que sabem a respeito da verdade do Natal, do que alguns tempos atrás (antes de existir a internet, os meios de comunicação facilitados que nós encontramos hoje), essa verdade, cada vez mais vai se espalhar.

E não adianta aqueles que querem manter a sua religião cheia de pessoas, muitas vezes para agradar, comungam com mentiras, com festas pagãs, tentam defender o Natal, justamente para poder agradar as pessoas, porque as pessoas não querem abandonar isso.

Quem vai querer abandonar festividade do Natal? Encontro dos familiares, troca de presentes, papai noel, espírito de Natal? Quem vai querer abandonar? Quase ninguém, esta é a verdade. Só vai abandonar, sabe quem? Quem realmente ama a verdade; quem ama a verdade vai abandonar estas coisas, para praticar a verdade.

Mas, quem não está preocupado, se à Bíblia é verdade ou não, quem não está preocupado se segue o Senhor Jesus de qualquer forma, essas pessoas não vão abandonar, mas vão sempre arrumar uma justificativa:

Não, porque Natal é um dia bonito; as pessoas estão todas mais receptivas, sensíveis.”

Vai sempre se achar uma desculpa para justificar a prática e a comunhão com o espírito desta festa pagã, vai sempre se achar. Mas, quem ama a verdade, quem ama a palavra de Deus e quem ama a Deus, vai praticar a verdade. E aí, o aconselhamento de Apocalipse:

APOCALIPSE 18:4

  1. Ouvi outra voz do céu dizer: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos sete pecados, e para que não incorras nas suas pragas.

Então, não adianta você querer modificar o seu meio, não adianta você arrumar uma briga com todo mundo, querer ali fazer com que parem de praticar a festa de Natal, não vai conseguir.

Você não vai conseguir modificar! A ordem é: “Sai!” você tem de sair daí, deixar aquele meio.

Fazer igual à Abraão, que saiu do meio da parentela, fazer igual Gideão, que saiu do meio da parentela dele. E começar a praticar a verdade, junto com o povo de Deus. É desta forma que a Bíblia ensina.

Agora, quem fica na mentira, quem ama as trevas; quem ama as coisas erradas, não há o que você fazer. Porque a condenação, Jesus disse “a condenação do mundo é esta: porque os homens amaram mais as trevas do que a luz.”

Então, até mesmo hoje, existem escolas, faculdades, para treinar homens para defender os interesses religiosos de vários segmentos, mas não à palavra de Deus.

Então, são homens letrados, homens até cultos, que usam de todos os artifícios para defender coisas mentirosas, como Natal, como domingo, trindade e outras doutrinas antibíblicas. Existem hoje, pessoas especializadas que até recebem altos salários para defender estes dogmas que vieram de Babilônia.

Mas quem ama a verdade, como diz Apocalipse 18, vai ouvir a voz do anjo, vai ter temor no coração e vai abandonar a mentira e vai vir para a luz.

Venha para a luz. Venha para Jesus, Jesus Cristo é luz, é verdade; n’Ele não há trevas. Quem serve o Senhor Jesus Cristo, anda na luz; quem não serve o Senhor Jesus Cristo, ou diz que serve, mas não segue a luz, está enganando a si mesmo, está enganando os outros.

Venha para a verdade!

Pregador: Evangelista Flávio.

Link do vídeo: 066 – A Verdade Sobre o Natal

Download da apostila: 066 – A Verdade Sobre o Natal

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